Radiologia

A importância do exame de densitometria óssea para a qualidade de vida de pacientes com mais de 60 anos


Apesar de não ser tão popular quanto os exames como raio-x, tomografia e mamografia, a densitometria óssea é um importante exame utilizado para diagnosticar doenças graves como a osteoporose e osteopenia.

Explicamos tudo o que você precisa saber sobre esse avançado exame e a importância dele, sobretudo na qualidade de vida de pessoas com idade acima de 60 anos.

Acompanhe!

O que é densitometria óssea?

A densitometria óssea é um exame utilizado para avaliar a densidade dos ossos da região da coluna lombar e do fêmur, sendo um aliado decisivo no diagnóstico da osteoporose.

Sua realização deve ser indicada pelo médico e, geralmente, é feita nas situações em que o paciente possui fatores de risco que contribuem para a perda óssea.

Além de possibilitar a identificação de doenças, o exame auxilia a prevenir possíveis fraturas e complicações causadas pela osteoporose.

O exame de densitometria óssea também pode ser utilizado para avaliar a massa magra e a massa gorda, a fim de avaliar o status nutricional e a musculatura dos braços e pernas de praticantes de atividades físicas que estão em busca de melhora no desempenho.

Como funciona o exame de densitometria óssea?

O exame de densitometria óssea é realizado em um aparelho parecido com o aparelho de raio-x. O paciente se deita em uma maca e o aparelho de densitometria percorre a parte superior do corpo, captando imagens da região da coluna e do quadril, fazendo uso de radiação ionizante.

Os dados captados pelo aparelho são transmitidos para o computador de forma automática, fornecendo as informações para que um especialista possa analisar se há perda de cálcio nos ossos.

Quais as indicações para realização da densitometria óssea?

O exame de densitometria óssea é realizado com fins bem específicos, podendo ser requisitado para avaliar além da densidade óssea, problemas como fraturas vertebrais, fraturas de colo de fêmur, avaliar os tratamentos de osteoporose e osteopenia e também avaliar os riscos de novas fraturas.

Por se tratar de uma doença que se desenvolve com o envelhecimento, normalmente é indicado para mulheres com mais de 65 anos e homens acima dos 70 anos.

Outros fatores são:

  • Pessoas que já sofreram fraturas espontâneas
  • Mulheres que tiveram menopausa precoce
  • Mulheres que registraram deficiência estrogênica antes dos 45 anos
  • Pessoas que fazem uso contínuo de corticóides
  • Pessoas que fazem uso prolongado de reposição hormonal
  • Pessoas que em raio-x simples apresentam suspeita de osteoporose ou osteopenia
  • Pessoas que registraram redução de altura maior que 2,5 centímetros
  • Indivíduos com cifose torácica

Quanto tempo dura o exame de densitometria óssea?

O exame de densitometria óssea dura em média de 10 a 15 minutos e não exige nenhum preparo específico, como ficar de jejum.

No entanto, não é indicado utilizar roupas com componentes metálicos durante a realização e nenhum acessório como anéis, brincos, entre outros.

O exame é contraindicado para mulheres grávidas e também para pessoas que realizaram exame com contraste até 14 dias antes da realização da densitometria.

Diagnóstico da densitometria óssea

Após a realização, os exames são analisados e o diagnóstico pode ocorrer de três maneiras:

  1. Quando a densidade mineral óssea está normal e sem risco de fraturas para o paciente, os exames são considerados normais.
  2. Quando o paciente já foi diagnosticado com perda de densidade mineral óssea em fase inicial, é diagnosticado com osteopenia.
  3. Quando é identificado que a perda de densidade mineral óssea é significativa e, por isso, o paciente tem alto risco de fraturas, trata-se de osteoporose.

Entenda a diferença entre osteopenia e osteoporose

A principal vantagem da densitometria óssea é que ela oferece a chance do paciente tratar preventivamente e retardar o avanço de complicações mais graves.

Trata-se de um exame avançado que mostra a perda óssea antes mesmo dela aparecer em um exame considerado mais comum, como no aparelho de raio-x.

Dessa forma, quando a perda óssea ainda é inferior a 30%, significa que está em fase inicial, a chamada osteopenia.

A osteopenia pode ser tratada com alimentação rica em cálcio, banhos de sol em horários específicos, atividades físicas e alguns medicamentos indicados pelo médico.

Enquanto a osteopenia é reversível, a osteoporose não tem cura e faz com que os ossos do paciente não suportem o peso do corpo e sofram fratura espontânea do fêmur, levando o paciente à queda.

BOX BOX BOX 

Ao contrário do que se acredita, quando uma pessoa em idade avançada sofre uma fratura decorrente da osteoporose, a fratura não é causada pela queda, normalmente ela ocorre antes culminando na instabilidade do paciente, o que provoca a queda.

A telemedicina como aliada dos exames de densitometria óssea

Por se tratar de um exame considerado mais complexo, a composição do laudo do exame de densitometria é de responsabilidade de um médico especialista qualificado.

No entanto, um problema que pode ocorrer nas clínicas é, após a realização do exame com acompanhamento de um técnico de radiologia habilitado para realizar o exame de densitometria, o tempo até que um médico emita o laudo e o diagnóstico pode ser maior do que o paciente ou a ocasião exige.

No cenário em que nem sempre existem médicos de plantão ou à disposição, a telemedicina é uma grande aliada para que as clínicas possam contar, a qualquer hora, com médicos para analisar e laudar os exames de densitometria à distância, a partir de plataformas seguras e na nuvem.

Assim, depois que o paciente realiza o exame de densitometria, os dados e exames são enviados por uma plataforma online e o diagnóstico pode ser obtido ainda no mesmo dia, graças ao laudo de médicos disponíveis na plataforma.

Essa tecnologia tem tornado mais dinâmico o atendimento em clínicas, centros de imagem e hospitais, deixando o serviço mais ágil e também mais prático para pacientes e médicos.

Com a digitalização, sua clínica pode explorar os benefícios da tecnologia e contar com:

  • Armazenamento na nuvem, que proporciona proteção e segurança dos exames por 20 anos 
  • Visualização e compartilhamento de imagens para obter uma segunda opinião
  • Inteligência artificial que dá suporte na tomada de decisão
  • Redução de custos de médicos alocados presencialmente
  • Economia de custos operacionais, como café e papel higiênico, já que o paciente não precisa ir até a clínica retirar o exame
  • Otimização de espaço, pois salas que serviam de arquivo podem ser usadas para ampliar a capacidade de atendimento, uma vez que laudos e imagens ficam armazenados de forma online

Além de sua empresa se tornar ecologicamente correta ao reduzir drasticamente a impressão de laudos e exames.  

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